Guiné Equatorial livre

Juan Tomás Ávila: “Os meus livros não são proibidos porque não há livrarias no meu país”

A jornalista do jornal Público Ana Dias Cordeiro escreve na edição de hoje deste diário:

«De todos os lugares do continente africano, a Guiné Equatorial é certamente um dos piores, mas de que não se fala, diz Juan Tomás Ávila, escritor e dissidente. Ele quebra o silêncio numa conversa, na primeira pessoa, durante uma breve passagem por Lisboa. O autor de Dicionário Básico e Aleatório da Ditadura e outros livros denuncia um regime corrupto e repressivo, que quer branquear a imagem apostando na entrada na CPLP, como país membro de pleno direito, na cimeira de Julho»

Retirado daqui.

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