Guiné Equatorial livre

Organizações da comunidade são-tomense em Portugal unem-se para apoiar entrada da Guiné Equatorial na CPLP

Organizações da comunidade são-tomense em Portugal unem-se para apoiar
entrada da Guiné Equatorial na CPLP

Associação da Comunidade de São Tomé e Príncipe em Portugal-ACOSP,
juntou – se ao Movimento de Apoio a Guiné Equatorial, criado por
cidadãos da CPLP residentes em Portugal, numa acção cívica que visa o
reconhecimento da Guiné Equatorial, como membro da CPLP.

MAGE, é a sigla do Movimento de Apoio a Guiné Equatorial. Um movimento
constituído em Portugal, por cidadãos pertencentes a Comunidade de
Países de Língua Portuguesa, que dizem ter como principal objectivo
contribuir com vista ao reconhecimento da Guiné Equatorial como membro
efectivo da CPLP.

O movimento da sociedade civil pró-Guiné Equatorial em Portugal,
ganhou um parceiro forte em Lisboa. Trata-se da ACOSP, Associação da
Comunidade de São Tomé e Príncipe em Portugal. Uma Associação de
reconhecido mérito na promoção da identidade cultural são-tomense em
Portugal e na defesa dos direitos dos cidadãos são-tomenses.

Numa nota enviada ao Téla Nón, e assinada por António Cádio Paraíso,
Presidente da ACOSP, com sede nas Portas de Benfica-Lisboa – Portugal,
é dito que as duas organizações da sociedade civil, estão a
desenvolver um conjunto de actividades de divulgação sobre a
importância da entrada da Guiné Equatorial no espaço lusófono, a
sensibilização dos cidadãos da CPLP residentes em Portugal e nos
outros países membros da comunidade, assim como a recolha de
assinaturas para dar força ao movimento.

Engrácio Fonseca, membro da MAGE, disse ao Téla Nón, que as duas ONGs,
já recolheram centenas de assinaturas, que deverão ser entregues ao
secretariado da CPLP em Portugal, antes da cimeira dos Chefes de
Estados da Comunidade Lusófona que terá lugar este ano em Moçambique,
evento onde, segundo Engrácio Fonseca, «os cidadãos da CPLP, esperam
ver a Guiné Equatorial reconhecida como membro de pleno direito da
comunidade dos Países de e língua portuguesa», precisou.

A possibilidade da Guiné Equatorial, integrar a CPLP, acaba por
realçar a democracia no seio dos cidadãos da comunidade lusófona.
Assim como ACOSP e MAGE, dois movimentos da sociedade civil, pugnam
pelo reconhecimento da Guiné Equatorial, há outros movimentos
dominados por alguns intelectuais lusófonos, que contestam e
pressionam as estruturas da CPLP no sentido de não aceitar a Guiné
Equatorial como membro da comunidade.

Abel Veiga

http://www.telanon.info/politica/2012/05/07/10339/organizacoes-da-comunidade-sao-tomense-em-portugal-unem-se-para-apoiar-entrada-da-guine-equatorial-na-cplp/

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